Domingo, 26 de Abril de 2009

Distance

Were you to cross the world, my dear,

To work or love or fight,

I could be calm and wistful here,

And close my eyes at night.

 

It were a sweet and gallant pain,

To be a sea apart;

But, oh, to have you down the lane

Is bitter to my heart.

 

 

Dorothy Parker ~ The Portable Dorothy Parker, Death and Taxes


publicado por xary às 17:52
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Domingo, 12 de Abril de 2009

The Sea

 

Às vezes o mar demora a entrar em nós. Há que saber chamá-lo, cantar-lhe uma canção, baixinho, mas num volume suficiente para que lhe afaste a timidez e as ondas cheguem aos nossos pés. Depois ultrapassa-nos, é o nosso corpo que corre ao seu encontro para nele mergulhar.

Confesso que a entrada no mar de Banville não foi de todo fácil ou bem-vinda. Havia expectativas e uma ideia de história já criada na minha cabeça. Queria ser afogada nas suas palavras, fosse de que maneira fosse. Queria ser impressionada. Mas o mar não se deixa impressionar assim, por mera vontade.

 

Nesta obra, a costa retratada por um  narrador de meia-idade, Max Molden, é um local que apela a recordações passadas onde a sua infância foi, durante uns quantos verões, palco de inúmeras descobertas mas também de alguns segredos, portas entreabertas para uma terrível tragédia que irá modificar a vida de todos aqueles por ela tocados, incluindo a de Max.

Após a morte da sua esposa, vencida ao cancro, Max regressa à vila costeira para fazer o seu luto e, com 'sorte' - considera ele -, também a sua própria despedida. É perto desse mar que Max nos conta as memórias que ainda retém do lugar e das pessoas que marcaram a sua vida nessa fase e, possivelmente, em todas as seguintes. É uma viagem feita ao ritmo de marés, por vezes traiçoeiras mas noutras, misericordiosas. Max reflecte sobre o impacto que uma família e os seus filhos gémeos tiveram em si e como, querendo ou não, podemos ser mais influenciados por quem já partiu do que por quem ainda permanece. O narrador acaba, assim, por lidar com as suas próprias noções de presença, o que será que resta quando tudo parte? E em muitos momentos batalha por manter perto o que já há muito não está ao seu alcance. Ancorado no fundo, talvez. Entre lembranças desses verões distantes e dos tempos de luta contra o cancro da esposa, Max tece uma forte ligação entre ambas para chegar a uma compreensão do homem que encontra em si, recolhendo do passado uma absolvição para o seu presente.

 

The Sea pode, a determinadas alturas, tornar-se uma leitura menos fácil mas não deixa de cativar e uma coisa é certa: quando nela mergulhados, a última coisa que se quer é de lá sair.

 

« Memory dislikes motion, preferring to hold things still (…) »

 


publicado por xary às 21:22
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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

Never Let Me Go

 

 

Há uns tempos atrás, houve um buzz enorme à volta desta obra, para qualquer lado que me virasse sabia, conhecia ou lia sobre pessoas que a tinham lido. Durante uns quantos meses, sempre que fazia uma visita à Fnac, ficava intrigada com a sua capa (que não é igual à desta edição que me foi oferecida) mas deixava-a no mesmo lugar da prateleira.  No verão passado recebi-a como prenda de aniversário e só agora me decidi a descobrir what the buzz was all about...

Bem, começa tudo muito simples: há o despontar de uma história que irá, ao longo da obra, percorrer uma determinada cronologia, vão-se desenvolvendo as personagens. Mas nada que puxe especialmente, apenas se sente que algo aí virá e que se deve continuar a desenrolar o fio da curiosidade. É quase feito de forma muito subtil, até. São utilizadas palavras-chave, cujo significado só se compreende melhor nos capítulos finais mas até chegar esse momento, vamo-nos integrando no mundo do colégio Hailsham e dos Estudantes que nele vão sendo criados e que depois de sairem de lá, continuam a agarrar o seu presente a esse passado que lhes pertenceu mas que nunca souberam compreender por inteiro.

Como disse, há uma subtileza que atinge todos os elementos desta obra. Os Estudantes não são necessariamente Estudantes, o Colégio talvez seja algo mais do que isso e todos eles parecem ter objectivos muito específicos para a sua vida. Pode-se até afirmar que toda ela está planeada.

São especiais mas desconhecem até que ponto ou o que os fez assim. Mas sabem e sentem que algo justifica toda a sua existência. E ao longo da obra, principalmente através de Kathy mas também dos seus amigos, essa existência vai sendo erguida e descortinada. Quereriam vocês saber o Verdadeiro Motivo que vos trouxe ao mundo? Saberiam viver depois com isso?

A história prende a cada página. Puxa pela curiosidade e não faz intenções de a deixar em paz. Queremos saber. Queremos saber...

A Kathy também.

 


publicado por xary às 20:40
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Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008

The Favorite Game

 

 

Dificuldade: o que dizer primeiro sobre este livro? Talvez falar do autor. É Leonard Cohen, nome sonante do panorama musical. Artista das palavras, dono de uma sensibilidade sem precedentes. Já conta com uma lista incontável de álbuns e a sua figura como escritor não passou ao lado dos mais atentos. Nas suas obras, sejam prosa ou verso, confirma-se o que as músicas já mostravam: temos Génio. Assim mesmo, com G grande.


Em The Favorite Game, Cohen usa as suas raízes judias e faz de Breavman, a personagem principal da história, um alter-ego assumido. Na sua vida, as mulheres carregam papéis de destaque e são figuras de alta influência; não que isso as torne importantes mas deixam definitivamente a sua marca.

Tudo começa com a sua amiga de infância, Lisa. Brincavam muito juntos, jogos só deles. Diz-lhe a memória que o seu primeiro beijo foi com Ela. Pouco depois os seus caminhos correram para direcções opostas e Breavman passa o resto da sua vida à procura do fio condutor capaz de o devolver a esse tempo de brincadeiras, corpos de crianças escondidos debaixo da cama e segredos no escuro. Não é tanto regressar a Ela mas ao Ele que ficou perdido enquanto crescia.

Com cada mulher que encontra, um pedaço de si fica a descoberto. Com cada mulher que deixa, dá mais um passo em frente. Com cada mulher ,quer ser tudo para elas mas ainda ser muito mais para si, reencontrar o maldito fio vermelho que o mantém ligado ao seu centro.

Pelo caminho deixa a familia, os amigos e as amantes. A sua vida só a ele pertence. Mas no final acaba por se lembrar qual era a brincadeira preferida de Lisa e daí retirar uma bonita metáfora para a vida e as marcas que nela deixamos.


The Favorite Game acaba por ser uma aprendizagem constante sobre o que é ter uma Identidade. E já que tem de se aprender, ao menos que nos divertamos com isso.


(Mas não vos vou dizer qual era a brincadeira, fica um segredo entre as páginas para quem depois quiser saber :P)


publicado por xary às 12:42
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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008

histórias e magia

 

 

As Senhoras de Grace Adieu ou The Ladies of Grace Adieu de Susanna Clarke, a mesma autora de Jonathan Strange and Mr. Norrell. Mais uma vez, um livro recheado de muita magia. São contadas histórias, com as mais diferentes personagens, cada uma caracterizada por uma diferente “magia”. Magias que sabemos que não existem mas que tinham o seu quê de piada se algum de nós as pudéssemos ter ou viver entre elas. Um livro que de certeza agradaria até aos mais novos.

 

Desta vez Susanna foi generosa com o tamanho do livro, o mesmo não aconteceu com o anterior, Jonathan Strange and Mr. Norrell. É um livro pequeno, com apenas algumas histórias separadas, as conhecidas “short-stories”, não tornando o livro maçudo e maçador devido ao comprimento excessivo da história.

 

Um livro diferente dos muito sérios que costumamos ler mas que nem por isso deixa de ser tão bom, nem que seja para nos distrairmos e “sonharmos” um pouco.

 

Se quiserem saber um pouco mais sobre a autora:

http://www.jonathanstrange.com ou http://en.wikipedia.org/wiki/Susanna_Clarke.


publicado por eli às 18:22
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Terça-feira, 12 de Agosto de 2008

diário de viagens

 

Hoje falo de um livro um pouco diferente dos que aqui costumamos mostrar. Se normalmente relatam ficções, este relata acontecimentos e catástrofes reais. Muitas são as personalidades que se associam a causas nobres como a pobreza, pessoas que travam batalhas dolorosas contra doenças destinadas a matá-las. Angelina Jolie é uma das pessoas que se associou a causas importantes e foi nomeada pelo Alto-Comissário das Nações Unidas para os refugiados como Embaixadora da Boa Vontade.

 

Este livro, Diário das minhas viagens – visitas humanitárias em África, no Camboja, no Paquistão e no Equador, é um relato das viagens que Angelina fez durante os anos 2001 e 2002. Os locais que conheceu, as emoções que viveu, as pessoas que conheceu e que apesar de estarem no limiar da pobreza, mostravam-se alegres e agradecidas pela sua visita. É de louvar o trabalho de várias organizações em terrenos difíceis como os relatados. É incrível ver o luxo que é para alguns tomar um banho, ou comer uma pequena refeição. O luxo que é acordar no outro dia, vivo.

 

Estas organizações compram terrenos, “instalam-se” neles e constroem o que acreditam fazer mais falta aos que ali estão, os refugiados. Muitos são os que fugiram por causa das guerras, por serem perseguidos, por quererem manter a sua família viva. Ainda bem que existem organizações que apesar das dificuldades não desistem das pessoas e continuam a ajudá-las.

 

Angelina, ao longo dos dias vai fazendo um relato do que vê nas mais simples palavras. Fala das suas preocupações enquanto cidadã e admite que não fazia ideia que as coisas que agora vê, pudessem estar a acontecer num mundo tão evoluído. Chama a atenção para o facto dos Estados Unidos da América como grande potência que é, deveria fazer alguma coisa, ajudar aqueles que realmente precisam.

 

É um livro lindo de se ler. Para ficarmos a saber que afinal a nossa vida não é tão má como julgamos e que infelizmente existem pessoas com muitas mais razões de queixa que nós.

Uma boa leitura para aqueles que estão de férias e não têm nada para fazer.


publicado por eli às 20:45
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Quarta-feira, 30 de Abril de 2008

mais do que uma simples ilha...

 

É verdade, mais do que uma história sobre uma ilha, Robinson de Muriel Spark (leitura da faculdade obrigatória, note-se) é uma história sobre 4 personagens e o modo como elas interagem e vêm a vida fora e dentro da ilha. Para além de os variados simbolismos escondidos dentro da história, podemos também encontrar um desejo de voltar a página e não parar de ler até descobrir todos os porquês, todos os segredos e todas as manhas de uma história que de fácil não tem nada, mas acaba também por não ser muito complicada.

 

Para quem (tal como eu) está a trabalhar esta obra, os encantos, apesar do trabalho ser muito, continuam, e para quem a desconhece eu deixo algumas passagens que me despertaram a atenção.

 

"Ha!" he said. "No man is an island."

"Some are", I said. "Their only ground of meeting is concealed under sea. If words mean anything, and islands exist, then some people are islands."

 

"There is no absolute method of judging whether one course of action is less dangerous than another."

 

"I greatly missed my make-up; I do not care to go about with nothing on my face so that everyone can see what is written on it."

 

"It is not that I judge people by their appearance, but it is true that I am fascinated by their faces. I do not stare in their presence. I like to take the impression of a face home with me, there to stare at and chew over it in privacy, as a wild beast prefers to devour its prey in concealment."

 

I hope you like it=)

 


publicado por maryjo às 02:58
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Terça-feira, 8 de Abril de 2008

Patricia Cornwell

 

Acho que todos nós gostamos de policiais. Nem que seja porque somos agora, mais do que nunca, influenciados por séries como CSI, Bones, etc. Eu sempre gostei de policiais e mistérios. Depois de conhecer a autora Patricia Cornwell, mais vontade tive de ler sobre o tema. Cada livro apresenta uma história diferente, mas as personagens mais centrais por assim dizer são sempre as mesmas. Dr. Kay Scarpetta é a médica legista chefe de serviço. Para além da sua função em analisar os corpos, participa ainda na investigação sobre as suas mortes. Lucy, a sua sobrinha que ficou órfã de mãe muito cedo (no primeiro livro da colecção é contada a história) e ao longo dos livros, como qualquer criança vai crescendo e mudando.. Marino, um fiel amigo de Kay Scarpetta e criminalista, ajuda-a nas soluções dos mistérios que rondam sempre as mortes apresentadas. Histórias que nos levam a detestar serial killers ou a adorar pessoas que morrem sem motivo aparente. São sempre desenrolares de histórias que nos prendem até ao final do livro, sempre com vontade de ver se no final, o nosso palpite sobre o assassino é o correcto. Durante a história, muitos acontecimentos nos vão baralhando e levam a um estado de nervos.

Neste momento estou a ler o terceiro livro da colecção, All that remains. Em vez de falar deste livro, preferi chamar-vos a atenção para a autora e para o seu trabalho. Melhor do que prestar atenção a qualquer opinião sobre um livro seu, é lê-lo e deixar envolver-se no mistério.

 Boas leituras :)

Se quiserem saber algo mais sobre a autora e seu trabalho, cliquem aqui.


publicado por eli às 21:47
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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008

A Farewell Waltz



Klima, um trompetista famoso, recebe uma notícia inquietante: a jovem enfermeira Ruzena com quem teve um caso de uma noite está grávida. Dele, diz ela. E ele, tão assustado na sua incredulidade, acaba mesmo por acreditar. Com a visão dessa realidade, surge todo um problema que o trompetista quer travar a todo o custo. Cabe então a Klima ir ter a uma vila remota, onde a enfermeira trabalha num spa para tratamentos de fertilidade, para a convencer da decisão que deve ser tomada. Até porque, convenhamos admitir que a mulher do trompetista iria ficar tudo menos feliz com esta novidade. Logo, é urgente agir. Resolver as responsabilidades. Manter a vida como está, sem (mais) complicações.
Assim, a partir do momento em que Klima é informado da condição da enfermeira, somos conduzidos a presenciar os cinco dias posteriores, conhecendo outras personagens, outros problemas e segredos, outras formas de tomar as rédeas da vida e mantê-la no seu rumo.
Além de Klima e Ruzena, também a mulher de Klima é empurrada através de ciúmes e suspeitas, para o local da acção, onde encontra uma nova forma de respirar que não a cegueira onde estava mergulhada ao longo dos anos do seu casamento. Conhece-se também um ginecologista demasiadamente preocupado com os seus casos de fertilidade e um prisioneiro político prestes a emigrar que, ao organizar a sua festa de despedida, se depara com inúmeras questões sobre as raízes que uma pessoa faz nascer entre si e os outros, a noção de família, pátria e muitas outras convicções que julgava, de facto, firmes. Ficam outras personagens para descobrir mas são cinco dias que passam quase a correr, num amontoado de situações onde cada um fala o que pensa e nunca o que realmente sente.

Não foi, na minha opinião, das melhores obras que já li de Kundera. Apesar do convite feito ao interior dos personagens, estas pareceram-me sempre estar à tona dos acontecimentos a que pertenciam e, embora oferecessem alguma profundidade nunca parece surgir qualquer entrega. Talvez seja essa a ideia. Mas a verdade é que despedir-me deste livro foi uma dança que não me custou nem um passo errado.

publicado por xary às 05:47
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Quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008

the poe shadow

 

Edgar Allan Poe é talvez um dos nomes mais conhecidos do meio literário. quem não leu já as suas tales ou mesmo alguns dos seus poemas? quer se goste ou não, Poe é mais um dos incompreendidos que se tornou génio depois de morto. alguns dos seus trabalhos são dados a conhecer na escola com o intuito de chamar a atenção para a literatura inglesa. em idades mais novas acredito que os mistérios e as mortes surtam mais resultado que os romances. os gatos mortos presos às árvores também.

para quem gosta dos mistérios escritos por Poe, o maior mistério que existe será o da sua morte aos 40 anos. muitas soluções são apontadas mas ainda hoje nenhuma é dada como certa. este é então o assunto central do livro: descobrir como morreu Poe.

quem como eu leu The Dante Club, do mesmo autor e o achou enfadonho, pode pensar o mesmo deste livro. eu pensei. mas enganei-me. se um é azeite, o outro é água e não se misturam. nem parece que foram escritos pela mesma pessoa. pronto, isto só para vos dizer que vale a pena ler.

Quentin, um jovem advogado de Baltimore (local de origem de Poe também) passa por uma cerimónia fúnebre (achando estranho apenas quatro pessoas estarem presentes), sem saber que era Poe que estava a ser enterrado. quando descobre que o seu escritor de eleição e com o qual tinha trocado correspondência, tinha estado em Baltimore e tinha sido o seu funeral que tinha visto, Quentin decide investigar o porquê desta morte repentina.

uma investigação que o levou a mudar de vida. das causas da morte de Poe pouco se sabia. Quentin decide procurar Dupin, a personagem que nas história de Poe, descobre sempre quem é o assassino. a procura torna-se dificil, levando-o até Paris e a encontrar dois supostos Dupins. qual será o verdadeiro? será mesmo algum dos dois? irá Quentin descobrir qual a verdadeira causa da morte de Poe?

para mim, um dos livros mais interessantes que já li devido a todo o mistério que insiste em não ser desvendado. Quentin torna-se um pouco de Poe, um incompreendido pela sociedade e pela própria familia. apenas Hatie, o seu amor, o visita na prisão. em certas partes parece Poe a falar através de Quentin.

depois de terminado o livro, Pearl continuou a investigar e acredita que a morte de Poe se deva a um tumor cerebral. mas ainda não existem certezas.

se quiserem saber um pouco mais sobre Poe e sobre a sua obra, consultem a Edgar Allan Poe Society of Baltimore.


publicado por eli às 20:17
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